Posts Tagged ‘ Teatro ’

A Casa Abandonada – Rabiscos 2

A Casa Abandonada – Lembrete 2

Olá a todos!

Hoje é o dia da primeira apresentação de 2012 do Grupo de Teatro do Colégio Casa do Saber! Eles apresentarão a peça de terror infanto juvenil: A Casa Abandonada (para mais informações clique no link a baixo), no anfiteatro do Colégio Casa do Saber, na Vila Pe. Anchieta, em Campinas, SP.

Estão todos convidados e força a todos os integrantes do grupo.

Atenciosamente.

Link para a página do evento no facebook: http://www.facebook.com/events/399720396745533/

Pieces… em peças – Ensaio 30/11/2011

Boa noite a todos,

Hoje, no penúltimo ensaio de Pieces antes da apresentação, tivemos a visita do grande Mario Cau! Tivemos a honra de receber comentários e sugestões, do criador da obra que adaptamos para o teatro. Suas palavras de incentivo levantou ainda mais o ânimo de todos do elenco, cenário e o meu próprio.

Após a apresentação e a conversa sobre a peça, Mario Cau falou um pouco de seu trabalho, de como ele começou a trabalhar com quadrinhos, onde ele se inspirava para criar suas histórias, etc. O pessoal do Grupo de Teatro o encheram de perguntas e, como era de se esperar, lhe pediram desenhos e autógrafo.

Agradeço enormemente ao meu amigo por ter disponibilizado o pouco tempo que tem para prestigiar nosso ensaio.

E agradeço a todos meus alunos por estarem se empenhando para que possamos fazer uma grande apresentação no próximo sábado, 03/12.

Atenciosamente,

Max Sawaya

Pieces… em Peças. Está chegando o dia…

Bom dia a todos!

Com a data da apresentação de Pieces… em Peças cada vez mais próxima, a correria para fazer os últimos acertos não para. Entretanto, mesmo na correria, é importante lembrar-mos a todos sobre a apresentação:

“A vida se desdobra dentro de um contínuo encaixar de peças, como em um inacabável quebra cabeça. As vezes, unindo peças que não parecem ser partes do mesmo conjunto. Outras vezes, separando peças aparentemente feitas uma para a outra.
Normalmente, encaixamos as peças tais como surgem, sem nem mesmo pensar ou perceber o que estamos montando.
Seria possível contemplarmos as peças que estamos encaixando e conhecermos o que surgirá em seguida?
Podemos mudar a forma das peças e assim, mudar o que surge nesse contínuo processo de causa e efeito?
Seria isso aprendizado?
Seria essa a razão de buscarmos conhecer as Peças?”

Pieces (em Peças): Peça de teatro baseada e adaptada da renomada HQ Pieces, de Mario Cau.

Elenco: Alana Schuindt, Ana Beatriz de Deus, Ariane Cristine, Beatriz Pontes, Bruna Sanchez, Gabriel Cerioni, Gabriely Lemos, Gustavo Baldin, Isabeli Lemos, Pamela Borges, Pedro Henrique, Vitória Cristina.

Cenografia e figurino: Ana Beatriz de Deus, Beatriz Pontes, Bruna Sanchez, Gabriely Lemos, Gustavo Baldin, Isabeli Lemos, Pedro Henrique.

Direção: Max Sawaya

Local: Anfiteatro do Colégio Casa do Saber, Rua São Matias nº 27 e Dom Humberto Mazzone nº 10 – Vila Padre Anchieta, Campinas, Brasil

Única apresentação: 03/12/2011, sábado, às 17:30hs (Obs.: As portas fecharão às 17:45hs).

Faixa etária a partir dos 10 anos.

Ingresso: R$ 5,00 (valor destinado a manutenção do anfiteatro).

Interessados entrem em contato comigo.

Atenciosamente,

Max Sawaya

Pieces… em Peças

Nesse segundo semestre de 2011, o Grupo de Teatro do Colégio Casa do Saber, trabalhou em cima da obra de um grande rosteirista e escritor (e amigo meu rs), Mario Cau.

Escolhemos Pieces, pois é uma HQ atual, com uma linguagem dinâmica e que tem muito a dizer ao adolescentes e jovens. Ela trata de situações cotidianas com grande sensibilidade e poesia.

O processo de transformá-la em peça teatral, não foi dos mais fáceis, já que não queríamos perder nada dessa linguagem tão bem trabalhada por Mario Cau em seus quadrinhos, porém, ao mesmo tempo, quisemos incluir algo inédito até mesmo para o autor. Algo que pudesse servir como homenagem e manifestação das reflexões que fizemos ao entrar em contato com Pieces. Por isso digo que é uma peça adptada e baseada na renomada HQ de Mario Cau.

Agradeço especialmente a Mario Cau por disponibilizar sua obra e a todos os meus alunos do Grupo de Teatro (todos que fazem ou fizeram parte) por desenvolverem comigo essa grande peça!

“A vida se desdobra dentro de um contínuo encaixar de peças, como em um inacabável quebra cabeça. As vezes, unindo peças que não parecem ser partes do mesmo conjunto. Outras vezes, separando peças aparentemente feitas uma para a outra.

Normalmente, encaixamos as peças tais como surgem, sem nem mesmo pensar ou perceber o que estamos montando.

Seria possível contemplarmos as peças que estamos encaixando e conhecermos o que surgirá em seguida?

Podemos mudar a forma das peças e assim, mudar o que surge nesse contínuo processo de causa e efeito?

Seria isso aprendizado?

Seria essa a razão de buscarmos conhecer as Peças?”

Elenco: Alana Schuindt, Ana Beatriz de Deus, Ariane Cristine, Beatriz Pontes, Bruna Sanchez, Gabriel Cerioni, Gabriely Lemos, Gustavo Baldin, Isabeli Lemos, Pamela Borges, Pedro Henrique, Vitória Cristina.

Cenografia e figurino: Ana Beatriz de Deus, Beatriz Pontes, Bruna Sanchez, Gabriely Lemos, Gustavo Baldin, Isabeli Lemos, Pedro Henrique.

Direção: Max Sawaya

Data e Horário: 03 de Dezembro de 2011, Sábado, às 17:30hs. (As portas fecharão às 17:45hs).

Única apresentação.

Faixa etária a partir dos 10 anos.

Ingresso: R$ 5,00 (valor destinado a manutenção do anfiteatro).

Obs.: As portas fecharão às 17:45hs.

Interessados entrem em contato comigo pelo e-mail: maxsawaya@gmail.com

Atenciosamente,

Max Sawaya

O Rei e O Cadáver – 2º ATO – Cena 5 PC

(No cemitério).

Cadáver: No reino da Donzela, os pais dela imaginaram que sua filha havia morrido na floresta e não suportaram a perda. Eles faleceram uma semana depois de desgosto. Agora me responda: quem foi culpado pela morte dos pais dela? Se souber a resposta e não der, voltarei para a árvore.

Rei: (Cautelosamente). O casal não teve culpa porque estavam cegos de paixão. O filho do chanceler também não foi o culpado, pois ele não agia sobre sua própria responsabilidade, mas sim para ajudar o seu senhor. O único culpado foi o rei daquelas terras, pois não conseguiu perceber a armadilha preparada pelo falso asceta. Nunca investigou as atividades dos dois forasteiros em sua capital, nem mesmo percebeu a presença deles. Portanto, ele é culpado por falhar em seu dever real, pois como rei ele deveria saber de tudo que ocorre em seu reino e proteger seu povo.

Cadáver: Hahahahhahaha! Excelente resposta! Mas…

Rei: (Suspira e balança a cabeça sabendo que será um longa noite).

Cadáver: … Não basta para mim. Como eu disse, a primeira seria fácil. Vamos ver como se sai com o próximo conto?

Rei: (Nada responde, apenas aguarda).

Cadáver: Ótimo!

O Rei e O Cadáver – 2º ATO – Cena 3 da 1ª PP (O Príncipe e A Donzela)

Cadáver: Entretanto, havia algo que a Donzela nem mesmo seria capaz de imaginar. A inteligência do filho do chanceler era descomunal. Antes mesmo do Príncipe ter partido para o encontro, seu Amigo já havia pensado na possibilidade da Donzela descobrir seu envolvimento naquele romance.

(Abre a cortina. Quarto do Amigo. Esse está sozinho. Pensativo).

Cadáver: Ele sabia da honestidade do Príncipe e que esse contaria sobre o que seu Amigo sabe, se a Donzela perguntasse. Deduzindo que ela tentaria fazer algo contra ele e, ainda assim, se preocupando com o bem estar do Príncipe, ele pensou em um plano.

Amigo: (Pensativo). E se eu… (Pensa mais um pouco e balança negativamente a cabeça). Não, não vai dar certo. (Pensa). Mas se eu… não, não. (Senta-se com a mão no queixo. Fica um tempo e se levanta bruscamente). JÁ SEI! Eu irei armar contra ela! Primeiro envenenarei o filho recém nascido do rei desse reino em que estamos. Depois, irei aproveitar-me do desespero dele para, fantasiado de asceta, dizer-lhe que seu filho morreu por conta da maldição de uma bruxa! (Pausa pensativa). Assim, com certeza ele me perguntará se sei quem é a bruxa, ai darei a descrição, de forma nebulosa, porém exata, da Donzela! Sim! É isso que farei! Começando agora mesmo! (Ele pega algumas coisas e sai de cena. A Luz diminui).

Cadáver: O filho do chanceler, colocou seu plano em prática. No dia seguinte, enquanto o Príncipe estava em outro encontro com a Donzela, ele foi ter a conversa com o rei, fantasiado de asceta, e esse acreditou em sua farsa. (Ainda no quarto a luz retorna).

Amigo: (Retirando a roupa de asceta). Pronto! Ele até mesmo já sentenciou a Donzela! Agora preciso esperar o Príncipe para que possamos salvá-la.

Príncipe: (Entrando no quarto, contente). O encontro foi maravilhoso, meu Amigo.

Amigo: (Fazendo uma cara extremamente preocupada, olha para o Príncipe).

Príncipe: (Ansioso). O que foi meu Amigo? O que aconteceu de tão horrível que te impede de dividir essa minha alegria?

Amigo: Sua Donzela foi condenada à morte no exílio.

Príncipe: (Assustadíssimo). Como assim? Conte-me tudo!

Amigo: Ouvi nas ruas que ela é uma bruxa e que foi responsável pela morte do filho do rei local!

Príncipe: Isso é mentira! Ela não é uma bruxa!

Amigo: Sei que você não se apaixonaria por esse tipo de pessoa, e por isso acredito também que ela não seja uma bruxa, mas a sentença foi dada.

Príncipe: Irei falar com o rei.

Amigo: Não! Você perdeu a razão, meu senhor? Se fizeres isso, sujará o seu nome e de sua família. Nós adentramos esse reino sem nem mesmo nos apresentar. (Breve Pausa). Majestade me ouça. O melhor será salvarmos a donzela do exílio e a levarmos ao seu reino.

Príncipe: Ótima idéia! Mas, para onde ela foi exilada?

Amigo: Para uma floresta próxima, que fica a oeste. Ela ficará lá até morrer pelas garras de algum animal.

Príncipe: Vamos então, não podemos perder tempo. (Os dois amigos começam a pegar suas coisas enquanto o cadáver fala).

Cadáver: Eles arrumaram suas coisas e partiram. (Os dois saem de cena). Salvaram a Donzela, levando-a ao reino do Príncipe e lá eles se casaram.

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